Em 2022 apertou o assédio sobre os moradores do assentamento, com a conversa de que a titulação individual seria melhor do que a coletiva. A campanha Não Abra Mão da Sua Terra, liderada pela FEAGLE e pelo STTR de Santarém, nasceu como resposta, e a juventude ficou na linha de frente.
Mais de 700 pessoas participaram das audiências públicas realizadas no território. Não fomos assistir, fomos falar. Reivindicamos educação do campo e outras políticas públicas básicas para uma população que costuma ficar de fora das prioridades do poder público.
Ocupar esses espaços é entender uma coisa simples: direito que não é cobrado não chega. As audiências viraram um marco na busca por políticas públicas que atendam às necessidades reais do território, e a mobilização em torno da titulação coletiva segue.
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